quarta-feira, 6 de julho de 2011

E quando você fica puta e não pode falar nada?

Faz o quê?? Faz o quê quando você acha que a pessoa tá na sua e depois descobre que ela nem te insere nos planos dela?

E lá venho eu de novo aqui pra reclamar de bobagem. Sabe que eu sumo, volto, escrevo umas asneiras e depois quando leio de novo me acho idiota por ter me preocupado com aquilo né? Acho que funciona como uma terapia descarrego, vem aqui, descarrega e sai leve, curada.

Mas falando sério, fico sem saber o que fazer. Eu tinha perguntado pro fofo se ele ia ficar comigo e a resposta foi sim, daí depois, lendo os posts no face (maldito face que me transforma numa stalker!) descubro que o fofolóide decidiu partir. Beleza! Não percebeu que eu preciso de atenção não?? Por que eu acabei de perceber que não é recíproco.

O pior é que às vezes pode até ser, mas as formas de viver são diferentes. Tudo bem, nesse momento eu só quero que se exploda. Deixou de ser único e deixei de ser disponível.

Sério mesmo, não podia ter me dito que tava indo viajar? A gente se vê todos os malditos dias, não podia ter comentado "olha, vai ter um lance aí num-sei-aonde, tô indo lá". Custa? Pois eu vou ficar quieta e nem vou puxar assunto só pra ver o que vai acontecer.
Caroninhas, ajudinhas, atençõeszinhas já pode dizer adeus, agora é só o que calhar de estar na mão.

Isso é culpa minha mesmo que falei tanto que tava feliz, que tava ótimo que deve ter rolado um olho gordo de alguém aí. Bem feito pra aprender a calar essa minha boca grande.


Beleza.
Acho que já desabafei bastante né?
Amanhã eu venho aqui de novo falando maravilhas do indivíduo porque eu sou assim né? Amo, odeio, amo, odeio... maldita bipolaridade...

sexta-feira, 6 de maio de 2011

...

Eu só queria tomar um choppinho depois dessa semana chatinha, mas cadê todo mundo??

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Eis que surge!!

Eis que depois de milhões de anos de inatividade, ela se manifesta novamente!
(com unhas gigantes que prejudicam a digitação.. aff)

Estava eu na internet googando meu nome pra ver o que sai e re-encontrei esse meu bloguinho há algum tempo abandonado. E veio bem a calhar pois estou naquelas fases de desabafo onde um blog fantasma pode ser meu melhor amigo (já que os de verdade não aguentam mais me ouvir).

Ah, tive tantas reviravoltas nessa vida de Meu-Deus que nem vale a pena mencionar neste momento, mas lendo os post antigos, senti falta de dar uma vomitadinha sentimental na rede mundial e sair aliviada do peso depois, mesmo que eu não fale sobre o que realmente estou pensando.

Agora me questiono se os antigos leitores ainda me têm no seu feed de notícias e se terei comentários em resposta! Seria ótimo queridos, só preu me sentir mais amada. =)

Então é isso. Vou salvar o endereço novamente e voltar aqui mais vezes, mas vou cortar a unha antes.

terça-feira, 4 de maio de 2010

Boooooooooooooooooooooooooooooom dia vietnam!!!!!

Sempre tenho vontade de dizer isso quando dou bom dia mas parece que as pessoas nunca viram esse filme! Pow, clássico! Esqueci o nome agora mas isso não vem ao caso, enfim.


Outra coisa que não vem ao caso é que 00:40 não é bem hora de dizer bom dia a ninguém, mas quem achar ruim que vá dizer isso pras atendentes de tele-taxi.


O caso é que andei lendo os posts do passado e, noussa, nem acredito que era eu mesma que escrevia tudo aquilo. Na verdade acho que eu devia aproveitar a chance e dizer que a redatora que eu havia contratado para escrever aqueles textos teve que parar de fazer freela pra mim porque arranjou emprego num lugar decente. *sonho*

Pronto, falei. Revelei meu segredo. Agora posso retornar pro meu túmulo e descansar em paz.

Tendo dito isso, só quero dizer que me diverti muito lendo os comentários que todos os meus vastos milhares de leitores que não me deixam sair na rua tranquila, escreveram. Pra tentar resgatar essa vida virtual é que decidi escrever no blog.

Eu sempre tento retomar essas coisas de longo prazo, mas confesso ter uma certa dificuldades com o que não é instantâneo.



Adieu.

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Paciência José!

O relógio ticava. Só se ouviam os sons dos teclados, o dele e dos vizinhos. José parou de digitar para observar aquela situação, dezenas de pessoas enfiadas em seus cubículos, com as cabeças baixas, digitando sem parar qualquer coisa que o trabalho obrigava a escrever.

Assim, se deixou levar em devaneios. Ouvia o relógio ticando, os teclados batendo, os saltos das mulheres andando, telefones tocando. Começou a ouvir uma música. De repente ele não estava mais no seu escritório, mas em um grande concerto onde ele era o maestro. Se imaginou regendo todas aquelas pessoas num som único, forte, cheio de emoção. Sentiu na pele tudo isso, sentiu seu coração disparar e as mãos suarem. Amava a música, amava como ela o fazia se sentir.

Seu celular tocou. Era o alarme avisando que era hora de voltar à realidade, enfrentar o trânsito pesado, o ônibus lotado. Respirou fundo tentando esquecer a mulher que o aguardava em casa, tentando imaginar que seria bem recebido, com carinhos e abraços, que eles poderiam conversar sobre o seu dia e ficar à vontade. Não, Maria não era assim.

Como sempre, ele tinha que ter paciência. Foi criado com base na recompensa. Aprendeu que Deus presenteia os bons de coração, e que mesmo na pior das situações temos que ser pacientes. Difícil lição, quase quarenta anos já se passaram e ele ainda não viu a tal recompensa, ou não a percebeu, mas ainda tem esperanças de encontrar seu paraíso antes do fim.

Mais uma vez respirou fundo. Desligou seu computador, arrumou sua pasta e saiu porta a fora, tentando transformar os sons que ouvia em mais uma música, uma trilha sonora para o drama da sua vida.




Releu o texto, corrigiu os erros e pensou se dessa vez teria conseguido desabafar sem desnudar seus sentimentos. Não. Ainda lhe parecia óbvio. Dane-se.

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Adoniran Barbosa, 36

Ultimamente ando em um período de questionamentos e indecisões. Tenho me perguntado se estou guiando minha vida no caminho certo e muitas vezes anseio por ajuda mas sem ter muito a quem recorrer, só eu posso cuidar da minha vida.

Eis que, imersa em pensamentos, esperando o ônibus em plena Av. Bridageiro, uma senhora me para e pede ajuda para identificar o seu ônibus. Eu sou muito prestativa e logo me dispus a ajudá-la. Começamos conversando sobre o tempo, normal, logo passamos para a catarata dela (por isso precisava de ajuda para ver o ônibus) e logo evoluímos para religião. A mulher desatou a falar de um lugar ao qual ela frequenta a mais de 40 anos e que sempre a ajudou nos momentos difíceis. "Aqui perto, na R. Adoniran Barbosa, 36". E repetiu muitas vezes esse endereço, frisando o quanto tinha feito bem a ela frequentar esse lugar.

Eu nunca fui religiosa, nunca assumi uma religião mas tenho minha fé. Nunca senti falta de ir a um culto mas às vezes, quando me sinto muito confusa, penso se algo assim não me ajudaria a controlar melhor a ansiedade, a encontrar a tranquilidade. Não sei, parece que sempre quando precisamos de algo, basta abrir os olhos pra encontrar. Mas e aí, e quanto ao lugar, será que vale a pena ir lá checar?

O ônibus dela chegou antes do meu, eu a ajudei e ela me agradeceu, mas qual foi a última coisa que ela me falou?

"Adoniran Barbosa, 36"

domingo, 13 de setembro de 2009

Cabeça dura

Insegura. Apaixonada por idéias, cheia de esperanças, mas incapaz de amar as pessoas. Até quando?? Até quando vale a pena insistir?